Para Freud, maduro é quem desenvolve um “eu” forte, capaz de desfrutar e renunciar, de se impor no mundo. O imaturo está preso às imagens infantis de que o mundo se orienta pelas suas ideias.
Para Freud, maduro é quem desenvolve um “eu” forte, capaz de desfrutar e renunciar, de se impor no mundo. O imaturo está preso às imagens infantis de que o mundo se orienta pelas suas ideias.